quarta-feira, 24 de março de 2021

REABERTURA COM EDUARDO PETERSEN E MARTA CALDAS | 10 DE ABRIL 2021 | GALERIA DIFERENÇA







ABERTURA
10. 04. 21 
10H - 13H 



“Os atributos do guerreiro", de Eduardo Petersen, na Galeria Diferença, em Lisboa.

"Os atributos do guerreiro”é uma exposição formada por pintura e escultura de Eduardo Petersen (Lisboa, 1961), com curadoria de Óscar Faria. As obras agora apresentadas surgem na sequência directa da última mostra individual do artista, “A caminho de Marte" (Sismógrafo, Porto, 2019), podendo mesmo considerar-se a individual na Diferença, a inaugurar no próximo dia 10 de Abril, como a segunda parte de um projecto centrado nessa figura singular, o guerreiro, que é simultaneamente o artista e alguém que procura lidar com a morte, tentando, através de meios visuais, comunicar esse desconforto proveniente não só de memórias, mas também de uma incapacidade de arranjar uma solução para o futuro. O personagem falha, o homem, exposto na sua fragilidade, também.


Excerto de texto
Óscar Faria 
Janeiro 2021





BIO

Eduardo Petersen (Lisboa, 1961), vive e trabalha como juiz. A sua formação académica passou pela Cooperativa Árvore, com um curso de Desenho (Porto, 1997-1999) e pela School of Visual Arts, através da International Summer Residency (Nova Iorque, 1999). Fez o Curso Básico de Desenho e Escultura e o Curso Avançado de Artes Plásticas da Ar.co (Lisboa, 2001-2004) e o Independent Studies Program, na Maumaus, (Lisboa, 2008/2009).
Expõe individualmente desde 1993, das quais se destacam: “E agora Sr.Dr.?”, Galeria Lóios (Porto, 1998) “Do you love me?”, no Hotel Forte de São João Baptista (Vila do Conde, 2000) e “A Caminho de Marte”, Sismógrafo, Porto, 2019, esta com curadoria de Óscar Faria.
Eduardo Petersen participou no “Prémio EDP Jovens Artistas”, 5ª edição (Coimbra, 2005), e nas exposições colectivas “Espaço Interpress” (com António Bolota e Teresa Henriques), (Lisboa, 2006), “Straight ahead and then turn”, “Espaço Avenida”, Lisboa, 2008.
Conta também com diversas colaborações, nomeadamente com André Catalão, Agostinho Gonçalves e Paulo Lisboa nos seguintes projetos: “Vltra Trajectvm”, Expodium (Performance, Utrecht, Holanda, 2011), “Hotchpotch”, Lx Factory (Colectiva, Lisboa, 2010) e “Otia Tvta”, Palácio Quintela (Performance, Lisboa, 2009). Colaborou com António Leal, Cristina d’Eça Leal, Ana Pissara e Diana Simões na vídeo instalação “No tempo da melancia”, “Espaço Avenida” (Lisboa, 2010). Participou também em dois projetos com Marta Caldas, Armanda Duarte, Mariana Ramos, Maria Teresa Silva e Thierry Simões: “Elevação, Suspensão, Afinação”, Parkour (Lisboa, 2014) e “Caixa de Contar”, uma peça especialmente concebida e produzida para a biblioteca do Morro do Céu, MAC, Niterói, Rio de Janeiro (Lisboa, 2010).














BIO

Marta Caldas (Lisboa, 1982), expõe regularmente as suas obras desde 2006. Para além de exposições e projectos individuais, tem participado em exposições colectivas e colabora com frequência em projectos e «peças –exercícios» com outros artistas, nomeadamente com Armanda Duarte, Eduardo Petersen, Maria Teresa Silva, Mariana Ramos e Thierry Simões.

Em 2012, integra o Viewing Program do Drawing Center, Nova Iorque.

Publica em 2014 e 2018, pela Editora Hélastre, os livros Abecedário abetardário Fotografismos e instantâneos, com Regina Guimarães.


Em 2019 e 2020, publica pela Editora Douda Correria os livros Assembleia e aquáticos.








 


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