quinta-feira, 10 de setembro de 2020

EXPOSIÇAO "REFLEXÃO. DISTÂNCIA" | SETEMBRO | GALERIA DIFERENÇA






Joaquim Tavares  

Estruturas,1977 / 2018 
Acrílico s/ tela
190 x 199 cm  
obra refeita no contexto da exposição Grupo 8
na Fundação Eugénio de Almeida, Centro de Arte e Cultura, Évora






Joaquim Carapinha 

Sem título,1978
Acrílico s/ tela
199 x 139 cm  
Coleção do artista





José Conduto 


Sem título,1979
Colagem e desenho s/ papel cinza
38 x 29 cm / Série de 12 
Coleção Cooperativa Diferença Comunicação Visual CRL






REFLEXÃO. DISTÂNCIA
Joaquim Carapinha. Joaquim Tavares. José Conduto

data
12.09.20 – 17.10.20

horário
3a a 6a das 14.00 - 19.00
sábado das 15.00 - 20.00




A exposição Reflexão. Distância junta três artistas do Grupo 8: Joaquim Carapinha, Joaquim Tavares e José Conduto. Este importante coletivo artístico do contexto português dos anos 70 era formado por António Palolo, Dimas, Joaquim Carapinha, Joaquim Tavares, José de Carvalho, José Conduto, Madeira da Rocha e Nelson Ferreira Alves.

O Grupo 8 desenvolveu e expôs os seus trabalhos em Évora e em Lisboa entre os anos de 1977 e 1979, sendo três dos seus membros, António Palolo, José Carvalho e José Conduto, sócios fundadores da Cooperativa Diferença. 

Nesta exposição, a Galeria Diferença apresenta  pinturas de Joaquim Carapinha expostas no Museu de Évora em 1978, instalações de Joaquim Tavares aquando a exposição na Galeria Nacional de Arte Moderna de Belém em 1978 e desenhos com colagens de José Conduto datados de 1979 acompanhados por memórias documentais. 













  *
      Exposição Grupo 8, Galeria Nacional de Arte Moderna de Belém, Lisboa,1978
      Estudo para performance " 3 triângulos e som", José Conduto, Galeria Diferença, Lisboa,1978

quarta-feira, 1 de julho de 2020

JULHO NA DIFERENÇA

                               *fotografia de Mário Rainha Campos


O Dois
Marta Wengorovius 
4 a 30 Julho 2020
 

Desenho, desenhas. O Dois está em tudo e é para todos: primeiro reparei no par amoroso - o casal, depois percebi que esse “ namoro” estava presente no desenho de todas as coisas vivas: nas cores complementares, no inspirar e expirar, no fio de prumo entre o centro da terra e o sol, no simples facto de estarmos de pé, no abrir e fechar de qualquer sistema...onde há noite há, amorosamente, dia. Um Eros expandido, em tudo. Nesta esta exposição, com um conjunto de Desenhos, Objectos e Exercícios, convido a estarmos atentos e participarmos neste grande desenho cúmplice que é o movimento do Dois.


Nota de visita 
Por vontade da artista a exposição será visitada a Dois como num diálogo. Estes encontros serão agendados com reserva durante o horário de funcionamento através do número 21 3832193. Caso não tenha par, faremos o possível para encontrar outro Um para que possam fazer a visita a Dois.



Marta Wengorovius (1963, Lisboa). Artista visual e autora da metodologia Um, dois e muitos.

Em Residência com a metodologia Um, Dois e Muitos no Jardim Botânico da Casa da Cerca e no Teatro do Bairro Alto durante o ano de 2020.
Expõe individualmente desde 1989. Das suas exposições e performances mais recentes destacam-se Preto Veludo, Cooperativa Árvore (2018) curadoria  Albuquerque Mendes; Um, dois e Muitos, Museu de História Natural, Lisboa (2018) curadoria  Paulo Pires do Vale; Escola Nómada – Appleton Square (2018); Extática Esfinge. Desenho e Animismo II, Centro Internacional das Artes José de Guimarães, curadoria Nuno Faria (col.), 2017; Um, dois e muitos – Uma ilha em exposição, curadoria Sarina Basta, Museu Carlos Machado, Ponta Delgada, São Miguel, Açores (2016) ; Transmission, Recréation et Repétition, Palais des Beaux-arts, Paris, curadoria Sarina Basta (col.) (2015);Focus – drawings for use, Festival of Ephemeral Art, Sokolovsko, Polónia (2013); Cabana de Leitura, Biblioteca do Um, dois e muitos,Trienal de Arquitectura, Lisboa; A Grande Saúde Fundação EDP, curadoria João Pinharanda, Lisboa (2012), Objectos de Errância, Museu do Chiado (2011); Mise à nu par l´action, Centre Culturel Calouste Gulbenkian, Paris (2009). Serra da Arrábida, (2012); Objectos de Errância, Museu do Chiado, 2011; Mise à nu par l´action, Centre Culturel Calouste Gulbenkian, Paris (2009).




   *imagem de João Cochofel 


Coletiva Oficina de Gravura
Cooperativa Diferença 
4 a 30 Julho 2020


A Oficina de Gravura da Cooperativa Diferença, espaço onde artistas e alunos desenvolvem os seus projetos, realiza a sua exposição anual cobrindo a variedade de práticas e articulações em torno da gravura. Estarão representados nesta coletiva: Ana Sacadura, Bruno Côrte, Carla Guerreiro, Claudina Coelho, Conceição Freitas, Conceição Rosa, Inês Soares, José Sollari, Lut Caenen




terça-feira, 12 de maio de 2020

REABERTURA DA GALERIA DIFERENÇA | GALERIA DIFERENÇA | 19 DE MAIO 2020




Segundo o seu próprio tempo
Carla Rebelo
Galeria Diferença
19.05.20 – 27.06.20

"Não há como fixar o tempo. No entanto podemos pensar o tempo, visualizando-o em algumas situações poéticas, como numa visita a um gabinete de gestos mínimos. Um gabinete que apresenta uma noção de tempo sobre uma perspetiva subjetiva, provocando emoções e estados de espírito em vez de referenciar realidades visíveis. Uma exposição é um dispositivo social e simbólico que define, organiza e comunica ideias. É uma etapa dinâmica e flutuante, que gera valores e significados que variam consoante o seu contexto. Esta exposição individual é um projeto de Carla Rebelo que prolonga algumas das reflexões desenvolvidas na sua última exposição “Um Momento que se Repete Continuamente” (2018). Também aqui a exposição propõe um percurso por trabalhos com uma escala manobrável onde o legado do têxtil, do minimalismo impuro e do apropriacionismo se conjugam de diversas formas, e onde se confirmam, a meu ver, princípios que representam momentos de grande inventividade e reflexão."
Excerto de Texto de Sofia Ponte
Um Gabinete de Gestos Mínimos
a propósito da exposição Segundo o seu próprio tempo de Carla Rebelo
na Galeria Diferença, em Lisboa 









sexta-feira, 3 de abril de 2020

ENCERRAMENTO TEMPORÁRIO



A Galeria Diferença vem por este meio comunicar que se encontra temporariamente encerrada face ao cumprimento das medidas de prevenção de disseminação do vírus Covid -19 devido ao estado de emergência em Portugal, decretado pelo Presidente da República com o Nº 14-A/2020, de 18 de Março. 

Até Breve <3




sábado, 15 de fevereiro de 2020

5 ELEVADO a 3 | NIM CASTANHEIRA






NIM CASTANHEIRA
5 elevado a 3
15 / 02/ 2020 - 07/ 03/ 2020

monotipias e gravuras || trabalhos em têxtil e papel 
O trabalho numa prensa de gravura pode ser aditivo. Infinitamente viciante! São tantas as possibilidades que se nos deparam em termos de técnicas que a experimentação e o gozo na constante elaboração podem comandar o acto de criação do artista. 
5 elevado a 3 agrupa um conjunto de trabalhos que se foram desmultiplicando em torno deste “monstro” monolítico que gira ao nosso comando existente na oficina do 1º andar da Cooperativa Diferença. E aqui, na cave, no Espaço Quadrado, reúnem-se impressões elaboradas com base na usual técnica da zincogravura juntamente com trabalhos resultantes das mais diversas técnicas mistas, em tecido de algodão e em papel gampi oriundo do Japão. Torno a repetir, este processo quase inesgotável de uma procura plástica constante é testemunho do quão viciante pode ser o acto criativo, quer pelo prazer na experimentação, quer pela própria necessidade vital de elaboração mental (e física) de qualquer artista.
5 são as propostas nos mais variados suportes: a primeira, a mais tradicional e a única aqui passível de ser reproduzida em múltiplos, são as gravuras com uma matriz em zinco, e a utilização de águas fortes e águas tintas; depois, as monotipias, em trabalhos irrepetíveis como a gravura em oco com um apontamento de “linha costurada”, as técnicas mistas sobre papel gampi, as faixas ao alto em jeito nipónico de pano cru e as pequenas telas com simples anotações de costura. 
3 porque é uma ancestral “trilogia” e é a minha escolha para as paredes deste Espaço Quadrado numa combinação que me parece equilibrada do ponto de vista expositivo. Além disso, o work in progress em torno de desdobradas provas plásticas, conduz a uma construção de inúmeros exemplares, que, à parte estes três, ficaram na gaveta. Contudo, como em muitos princípios normativos, a excepção confirma a regra, na elaboração mental (e prática) tanto surgiram trípticos como dípticos que se encontram no centro desta sala.
www.nimcastanheira.com